sábado, 17 de outubro de 2009

Papoula


A papoila, ou papoula, é uma flor da família das Papaveraceae, abundante no Hemisfério Norte, cultivada para ornamento, ópio ou comida.
A disseminação da crença da cura levou à popularização do seu uso em todo o mundo ocidental. Com o tempo e com a expansão das rotas comerciais, o ópio acabou por se tornar uma droga universal.
A papoula é conhecida há mais de 5 mil anos - os sumérios já a utilizavam para combater problemas. Os antigos comiam a flor inteira ou a maceravam para obter o sumo.
Na Mesopotâmia, curavam-se doenças como insônia e constipação intestinal com infusões obtidas a partir da papoula. Mais tarde, os assírios e depois os babilônios herdaram a arte de extrair o suco leitoso dos frutos para fazer remédios.
Paracelso, um famoso médico e alquimista suíço, elaborou um concentrado de suco de papoula - o láudano, que teria o poder de curar muitas doenças e até de rejuvenescer. Nesta mesma época a Igreja Católica começou a controlar os remédios.
Por volta de 1803, o cientista alemão Frederick Sertuener, observando que os diferentes subprodutos da papoula produziam efeitos diversos, procurou isolar os elementos narcóticos do ópio. Assim, ele obteve um cristal alcalóide de efeito muito intenso: era a morfina.
Na mitologia grega era relacionada a Hipnos, o deus do sono, pai de Morpheu e uma estreita relação entre a papoula e a deusa grega Nix, Deusa da Noite. E vale lembrar do jardim das papoulas do “Mágico de OZ”.
Existiu boatos da proibição da comercialização da papoula no Brasil, mas a lei vale somente para o plantio.

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