Feitiços de Yule
Em Yule temos como principais feitiços os de proteção, feitiços para defesa, para cuidar da saúde e para nos ajudar com nossas metas.
Proteção
Para este feitiço, você precisará de um pingente de pentagrama e uma tigela com água e sal. Segurando o pingente com a mão esquerda e a tigela com a direita, vire-se para o oeste. Despeje lentamente a água sobre o pingente, entoando:
Elementos da terra e do mar
Retornem aquele triplicado
O que me enviou
A menos que eu tenha chamado
Estou, a partir desta noite, protegido/a
Pelos espíritos de força e poder.
Use como jóia o pentagrama por dois dias. Uma vez por mês, na escuridão da lua, repita o feitiço para manter o pentagrama sempre carregado.
Acenda seu caldeirão e queime 1 folha de arruda para cada membro da família que pretende proteger, incluindo seus bichinhos. Enquanto queima as folhas, fale o nome da pessoa. Se alguma pessoa tiver um problema específico e que você quer que tenha mais atenção, fale abertamente. Exemplo: Minha Deusa e Meu Deus, protejam fulano(a
).
Defesa
Com alguns ramos, folhas ou pó de alecrim, coloque um pouco em cada parte da casa. O alecrim é uma erva que nos defende de males vindos fora nessa situação. Não esqueça de visualizar fortes guerreiros astrais defendendo sua casa como se fosse um castelo. Renove o feitiço toda semana,
Saúde
Acenda uma vela verde num pires. Escreva num papel verde o pedido para a cura (pode ser pra você ou para outra pessoa, mas deve ter o nome completo), então diga alto sete vezes:
Eu peço às fadas da árvore da saúde das terras dos antigos, para quem não há tempo nem distância, que soprem a cura para (nome da pessoa), onde quer que ele esteja.
Feche os olhos e inspire. Sopre suavemente o papel, visualizando uma névoa laranja e verde, e pensando na pessoa já curada e restabelecida. Agradeça e coloque o papel embaixo do pires da vela e deixe-a queimar até o fim. Enterre o papel no pé de uma árvore que você goste e derrame um pouco de leite e mel sobre ele, agradeça.
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terça-feira, 21 de junho de 2016
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Feliz Lughnassadh, Lammas ou Lunasa: Sabat em homenagem ao Deus-Sol
Em 2 de fevereiro (no hemisfério sul, e em 1º de agosto no hemisfério norte) acontece o Lughnassadh, Lammas ou Lunasa: Sabat em homenagem ao Deus-Sol. O nome Lughnasadh vem em honra ao deus céltico Lugh (Deus-Sol), o maior guerreiro dentre os celtas, pois derrotou os gigantes que exigiam sacrifícios humanos.
Já o nome Lammas é a contração de loaf que é pedaço e mass que é massa, que significa pedaço de pão.
Olha que interessante: hoje em dia, temos o pão-de-ló (será que veio do pão de loaf?), geralmente feito para comemorar os aniversários de pessoas queridas.
Este Sabat era conhecido também como o Festival da Colheita.
É o tempo de dar graças pelo que você começou a receber e partilhar o que puder para receber mais.
Agradecer pelo que foi bom e também ao que parece ruim, pois tudo o que acontece na vida faz parte do caminho evolutivo de cada um.
Agradecer pela frutificação e colheita das sementes que foram semeadas.
É o momento de agradecermos pelos alimentos que estão diariamente na nossa mesa.
Como atividade simbólica, compartilhamos a nossa fartura e dessa forma louvamos a fertilidade da mãe-terra e honramos a união sagrada da deusa (terra) e do deus (sol).
Já o nome Lammas é a contração de loaf que é pedaço e mass que é massa, que significa pedaço de pão.
Olha que interessante: hoje em dia, temos o pão-de-ló (será que veio do pão de loaf?), geralmente feito para comemorar os aniversários de pessoas queridas.
Este Sabat era conhecido também como o Festival da Colheita.
É o tempo de dar graças pelo que você começou a receber e partilhar o que puder para receber mais.
Agradecer pelo que foi bom e também ao que parece ruim, pois tudo o que acontece na vida faz parte do caminho evolutivo de cada um.
Agradecer pela frutificação e colheita das sementes que foram semeadas.
É o momento de agradecermos pelos alimentos que estão diariamente na nossa mesa.
Como atividade simbólica, compartilhamos a nossa fartura e dessa forma louvamos a fertilidade da mãe-terra e honramos a união sagrada da deusa (terra) e do deus (sol).
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terça-feira, 30 de outubro de 2012
O VERDADEIRO SENTIDO DO SAMHAIM (HALLOWEEN)
O verdadeiro sentido do Halloween está na sintonia com os que já partiram.
Devemos lhes enviar mensagens de amor e harmonia. Essa noite é de alegria e festa, pois marca o início de um novo período em nossas vidas, sendo comemorado com muito ponche, bolos e doces. O altar deve ser adornado com maçã, o símbolo da vida eterna. O vinho é substituído pela sidra ou pelo suco de maçã. A energia deve ser adornada com muitas brincadeiras, dança e música. Os nomes das pessoas que já se foram são queimados no Caldeirão, mas nunca com uma conotação de tristeza! Não devem faltar as tradicionais abóboras com velas dentro. E todos os presentes devem ouvir a seguinte explicação:Na noite de Halloween comemora-se a morsentido do Halloween está na sintonia com os que já partiram. Devemos lhes enviar mensagens de amor e harmonia. Essa noite é de alegria e festa, pois marca o início de um novo período em nossas vidas, sendo comemorado com muito ponche, bolos e doces. O altar deve ser adornado com maçã, o símbolo da vida eterna. O vinho é substituído pela sidra ou pelo suco de maçã. A energia deve ser adornada com muitas brincadeiras, dança e música. Os nomes das pessoas que já se foram são queimados no Caldeirão, mas nunca com uma conotação de tristeza! Não devem faltar as tradicionais abóboras com velas dentro. E todos os presentes devem ouvir a seguinte explicação:
Na noite de Halloween comemora-se a morte do Deus e mundo mergulha na escuridão. A Deusa vai ao Mundo das Sombras em busca do seu amado, que está esperando para nascer. Eles se amam, e, desse amor, a semente da luz espera no Útero da Mãe, para renascer no próximo Solstício de Inverno como a Criança da Promessa. A Roda continua a girar para sempre. Assim, não há motivo para tristezas, pois aqueles que perdemos nessa vida irão renascer, e, um dia, nos encontraremos novamente nessa jornada infinita de evolução.te do Deus e mundo mergulha na escuridão. A Deusa vai ao Mundo das Sombras em busca do seu amado, que está esperando para nascer. Eles se amam, e, desse amor, a semente da luz espera no Útero da Mãe, para renascer no próximo Solstício de Inverno como a Criança da Promessa.
A Roda continua a girar para sempre. Assim, não há motivo para tristezas, pois aqueles que perdemos nessa vida irão renascer, e, um dia, nos encontraremos novamente nessa jornada infinita de evolução.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Feitiço de Lammas para nunca faltar comida em casa!
Faremos um boneco de palha de milho e colocaremos atrás da porta, Pedir pra seu Deus ou Deusa de preferência, pois nesta data esses são os deusas correspondentes : Lugh, Baco, Apolo, Rá, Ceres, Deméter, Mani, Urihi, Kupeirup, Iaçá, Danu, Gaia, Pele, Brigid, Uzume, e os demais deuses e deusas da colheita, fartura e proteção.
A Boneca do Milho é tradicionalmente feita a partir da palha do milho por representar a fartura. É costume queimar a boneca feita no ano anterior, representando assim o sacrifício do Deus – logo em seguida se confecciona a nova Boneca do Milho que costuma-se colocar atrás da porta da cozinha para que nunca falte alimentos em sua casa…
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Feliz Lammas!!!
É a festa nórdica que corresponde ao Lughnassadh celta que é comemorado no dia 1º de agosto do hemisfério norte e no dia 2 de fevereiro no hemisfério sul. Na cultura celta este é o festival da Primeira Colheita, quando os primeiros grãos estão sendo colhidos, são assados pães com a farinha desses grãos e alguns são oferecidos como agradecimento.
Na cultura nórdica, Freyfaxi ou Freyfest marcava o início da colheita na Islândia. A comemoração incluía um Blot para Frey, Nerthus, Thor e Sif, corridas de cavalos, competições esportivas e feiras de produtos e ferramentas agrícolas. Antigamente, na Islândia, no mês de agosto (que é quando a festa é comemorada no Hemisfério Norte, onde ficam os países nórdicos), reunia-se o Thing, a assembléia dos governadores locais, dos juízes e dos sacerdotes, que era uma convenção política regional ou nacional, mas também religiosa e folclórica.
O ponto alto da comemoração era uma benção geral, da terra, dos animais e das pessoas, nas quais se invocavam todos os deuses e deusas, começando e terminando com uma homenagem para Tiw. O festival durava de três a quatro dias e sua data variava entre os dia 1º a 23 ou na Lua Cheia de Agosto.
Devido á influência celta, esse festival passou a ser celebrado nos países nórdicos na mesma data que seus equivalentes Lammas ou Lughnassad, no primeiro dia de agosto, e seu enfoque deixou de ser a reunião de Thing e passou a ser uma comemoração da colheita dos cereais, a Erntefest.
Agradecia-se a primeira colheita do trigo, centeio, cevada, aveia ou milho e assavam-se pães dos grãos recém-moidos. Atualmente alguns grupos Asatru celebram, no dia 31 de julho, os deuses Thor e Sif, e em 1 de agosto, Odin e Frigga, Frey e Freyia. Os rituais femininos homenageiam Nerthus, Erda, Fjorgyn, Jord, Sif e Nehelennia.
Nessa data, costumava-se doar comida aos pobres e oferecer à Mãe Terra pãezinhos com desenhos de rodas solares ou suásticas, em sinal de gratidão pelos seus frutos. Das colheitas guardava-se a primeira espiga como amuleto da sorte e deixava-se a última para Sleipnir, o cavalo de Odin.
As runas correspondentes são Ansuz ( de Odin), Uruz e Thurisaz (Thor), Jera (colheita) e Erda (Mãe Terra).
Fonte: Mistérios Nórdicos de Mirella Faur
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Lua de julho - Lua das Sereias

A Lua de julho nos convida a despertar para a beleza e a sensualidade. Ouça o canto da sereia que a convida a penetrar nos mistérios de Afrodite, a deusa da arte, do amor e da manifestação da beleza em todas as suas formas.
Para entrar em contato com a deusa, recolha na praia um punhado de conchas do mar e água de rosas. Consiga um espelho de tamanho regular, oval e com cabo. Lave-o com água de rosas e deixe-o secar naturalmente. Quando o espelho estiver seco, comece a colar as conchas em volta dele, até preencher todo o seu contorno. À noite, coloque-o para tomar o sereno da Lua e só o retire ao amanhecer. Sempre que quiser entrar em contato com a deusa , recite o seguinte encantamento:
Carne, mármore, flor, Vênus, em ti eu creio.
Essas palavras mágicas foram retiradas de um dos poemas do francês Arthur Rimbauld. Ao recitá-las, você estará brindando a deusa com aquilo de que ela mais gosta - beleza e arte.
terça-feira, 30 de março de 2010
Festival de Eostre
Eostre é um festival do fogo e da fertilidade, que celebra o retorno triunfal do Sol e da fertilidade da Terra.
É com a primavera que também renascem nossos corações e nossos espíritos vibram em harmonia com as forças da vida.
É quando nossas mentes se tornam um terreno fértil para a sabedoria e nossos ouvidos sensíveis às palavras que alento que se encontram no vento. É quando podemos nos sentir completos e eternos.
Este é um dia especial para se honrar a juventude, a alegria de viver e a música. Na terra a renovação se faz, envolvendo-nos de vida e esperança.
É tempo de plantar e celebrar os primeiros vestígios da fertilidade da Terra e do renascimento do Sol. É época de cantar e dançar em torno das fogueiras, ornadas com grinaldas de flores na cabeça, comunhando com a terra e a primavera. É tempo de honrarmos a Deusa Eostre!
Segundo a Lenda, Eostre encontrou um pássaro ferido na neve. Para ajudar o animalzinho transformou-o em uma lebre, mas a transformação não processou-se completamente e o coelho permaneceu com a habilidade de colocar ovos. Como agradecimento por ter salvo sua vida, a lebre decorou os ovos e levou-os como presente para a Deusa Eostre. A Deusa maravilhou-se com a criatividade do presente e, quis então, compartilhar sua alegria com todas as crianças do mundo. Criou-se assim, a tradição de se ofertar ovos decorados na Páscoa, costume vigente em nossos dias atuais.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Dia da Mãe-Terra
O dia da Mãe-Terra, um festival que homenageia o aniversário da Terra como Deusa-Mãe, é celebrado anualmente neste dia em toda a China.
O festival consiste de desfiles nas rua, queima de fogos de artifício, banquetes e festas.
"Presentes de aniversário" - moedas, flores, incenso, bonecas de papel, são abençoados, colocados em pequenos buracos no chão e coberos com terra.
O festival consiste de desfiles nas rua, queima de fogos de artifício, banquetes e festas.
"Presentes de aniversário" - moedas, flores, incenso, bonecas de papel, são abençoados, colocados em pequenos buracos no chão e coberos com terra.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
17 de fevereiro Festival de Fornacália em honra aDeusa Fornax
Fornacalia (pron. FORNACA'LIA) foi um festival em honra de Fornax, deusa dos fornos, para garantir que o milho (em grão) seria devidamente cozidos. Fornax A palavra é um diminutivo de fornacula significando um 'forno' ou 'forno'. Segundo a tradição, este antigo festival foi instituída por Numa. O momento exacto para comemorar o Fornacalia foi proclamada a cada ano pelo Maximus Curio, que anunciou em tabletes, que foram colocadas no fórum, as diferentes partes que cada cúria tinha que tomar na celebração do festival. Aquelas pessoas que não sabiam o que eles pertenciam cúria, realizados os ritos sagrados da Quirinalia, que caiu no último dia do Fornacalia. A Festa de Fornos.
Fornax era cultuada entre os romanos como a deusa dos fornos onde se cozia o pão. Era uma deusa do lar, portanto se mistura com outros tantos deuses e não temos uma idéia exata de como era representada.
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Dia de Pan
O deus Pan é uma antiqüíssima divindade grega, cultuada originalmente na região da Arcádia (uma área rural muito importante na antiguidade, pois foi o local onde muitas das Escolas de Hermetismo se reuniam). Pan é o guarda dos rebanhos que, tem por missão fazer multiplicar. Deus dos bosques e dos pastos, protetor dos pastores, veio ao mundo com chifres, orelhas e pernas de bode. Pan é filho de Mercúrio.
Pan também era o deus da fertilidade, da sexualidade masculina desenfreada e do desejo carnal. Como o nome do deus significava “tudo”, no mais amplo sentido da natureza: a fertilidade. Para os alquimistas e para os estudiosos da filosofia, Pan passou a ser considerado um símbolo do Universo e a personificação da Natureza; e, mais recentemente, representante de todos os deuses.
Celebrar a Pan é celebrar a natureza, a sexualidade de maneira primal, a bebida, o prazer e a boa música. Suas festas eram marcadas por cantos, danças, vinhos e ritos de magia sexual envolvendo fertilidade e prosperidade, dedicadas às plantações, colheitas e rebanhos.
Faunos
Os romanos tinham um panteão de deuses que foi, em sua maioria, “herdado” da cultura grega. Portanto, quase todos os deuses romanos possuem seus correspondentes gregos.
Sylvanus e Faunus eram divindades latinas cujas características são muito parecidas com as de Pan, que nós podemos considerá-las como o mesmo personagem com nomes diferentes.
Entre os romanos, faunos eram deidades de florestas selvagens com pequenos chifres, pernas de cabra e um pequeno rabo. Eles acompanhavam o deus Faunus, eram alegres, habilidosos, e viviam sempre cantando e se divertindo. Faunos são análogos aos sátiros gregos.
Faunos é o deus da natureza selvagem e da fertilidade, também considerado o doador dos oráculos. Como o protetor dos rebanhos, ele também é chamado Lupercus (”aquele que protege dos lobos”).
Sua contraparte feminina é a Fauna, a deusa das florestas. Ao contrário de Pan, que possuía os atributos da virilidade associados ao bode, Fauna era a senhora das matas e de todas as plantas. Suas seguidoras eram as Ninfas e as Dríades (que curiosamente possuem a mesma origem etmológica da palavra Druida – significando “aqueles que conhecem as árvores” )
Pan também era o deus da fertilidade, da sexualidade masculina desenfreada e do desejo carnal. Como o nome do deus significava “tudo”, no mais amplo sentido da natureza: a fertilidade. Para os alquimistas e para os estudiosos da filosofia, Pan passou a ser considerado um símbolo do Universo e a personificação da Natureza; e, mais recentemente, representante de todos os deuses.
Celebrar a Pan é celebrar a natureza, a sexualidade de maneira primal, a bebida, o prazer e a boa música. Suas festas eram marcadas por cantos, danças, vinhos e ritos de magia sexual envolvendo fertilidade e prosperidade, dedicadas às plantações, colheitas e rebanhos.
Faunos
Os romanos tinham um panteão de deuses que foi, em sua maioria, “herdado” da cultura grega. Portanto, quase todos os deuses romanos possuem seus correspondentes gregos.
Sylvanus e Faunus eram divindades latinas cujas características são muito parecidas com as de Pan, que nós podemos considerá-las como o mesmo personagem com nomes diferentes.
Entre os romanos, faunos eram deidades de florestas selvagens com pequenos chifres, pernas de cabra e um pequeno rabo. Eles acompanhavam o deus Faunus, eram alegres, habilidosos, e viviam sempre cantando e se divertindo. Faunos são análogos aos sátiros gregos.
Faunos é o deus da natureza selvagem e da fertilidade, também considerado o doador dos oráculos. Como o protetor dos rebanhos, ele também é chamado Lupercus (”aquele que protege dos lobos”).
Sua contraparte feminina é a Fauna, a deusa das florestas. Ao contrário de Pan, que possuía os atributos da virilidade associados ao bode, Fauna era a senhora das matas e de todas as plantas. Suas seguidoras eram as Ninfas e as Dríades (que curiosamente possuem a mesma origem etmológica da palavra Druida – significando “aqueles que conhecem as árvores” )
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Fevereiro
O nome deste mês deriva da Deusa romana Fébrua, mãe de Marte também conhecida por Juno Fébrua ou Santa Febrônia (de febris, a febre do amor). Ela é Deusa da purificação.
Seus ritos orgiasticos eram celebrados no dia 14 de fevereiro que mais tarde se transformou no Dia de San Valentim, uma espécie de Dia dos Namorados.
Originalmente, fevereiro tinha 29 dias e 30 quando era ano bissexto, mas o Imperador César Augusto ordenou que um dos dias de fevereiro fosse para o mês de agosto para que este ficasse com 31 dias.
Seus ritos orgiasticos eram celebrados no dia 14 de fevereiro que mais tarde se transformou no Dia de San Valentim, uma espécie de Dia dos Namorados.
Originalmente, fevereiro tinha 29 dias e 30 quando era ano bissexto, mas o Imperador César Augusto ordenou que um dos dias de fevereiro fosse para o mês de agosto para que este ficasse com 31 dias.
Na antiga Grécia, celebrava-se neste mês os Mistérios Menores de Eleusis, com o retorno da Deusa Kore do mundo subterrâneo e o despertar da natureza.Fevereiro é um mês voltado para as iniciações, geralmente aqueles que desejam se dedicar aos estudos da Grande Arte escolhem esse mês para dar o primeiro passo nesse sentido, já que celebra-se a Deusa Brigith e está é a fonte de inspiração de todos aqueles que praticam a Arte.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Lammas Festival da primeira colheita!
Grande Sabá, celebrado no dia 02 de fevereiro, "Lá Fhaile Lœnasa" é um Festival do Fogo, basicamente de agradecimento, onde se comemora o primeiro dos três festivais da colheita, dedicado ao Deus Lugh e a Deusa Dana. Época ideal para agradecer por todas as nossas colheitas, sejam elas boas ou não, pois sabemos que tudo é necessário para o nosso crescimento espiritual.
Neste festival são confeccionados bonecos com espigas de milho ou ramas de trigo, representando os Deuses, que são chamados de Senhor e Senhora do Milho. O Sabá de Lamas ou Lughnasadh, significa "A massa de Lugh". Isso se deve ao antigo costume celta de colher os primeiros grãos para se fazer um grande pão, que depois seria dividido entre as pessoas do povoado.
O primeiro gole de vinho e o primeiro pedaço de pão devem ser jogados dentro do caldeirão juntamente com grãos de cereais e papéis, onde serão escritos todos seus agradecimentos.
Amuletos e talismãs antigos deverão ser queimados neste ritual, onde simbolicamente nos livramos de tudo aquilo que está velho e desgastado. Pois a vida se torna morte e a morte se torna vida, o ciclo eterno da criação.
E mesmo não plantando e nem colhendo mais o nosso alimento, lembre-se que ele foi semeado e colhido nos campos da Grande Mãe Terra. Então, agradeça sempre aos Deuses pela fartura e abundância de nossas vidas. Neste Sabá, enfeite seu altar com sementes, ramos de trigo, espigas de milho e frutas da época
Incensos: aloé, rosa e sândalo.
Cores das velas: laranja e amarela.
Pedras preciosas sagradas: aventurina, citrino, peridoto e sardônia.
Ervas ritualísticas tradicionais: flores da acácia, aloé, talo de milho, ciclame, feno grego, olíbano, urze, malva-rosa, murta, folhas do carvalho, girassol e trigo.
Uma maneira simples e divertida de celebrar o Sabá é com um picnic mágico com a família e amigos. Leve algumas velas (laranjas, vermelhas ou marrons), incenso (aloé, rosa ou sândalo), vinho tinto e Pão de Lammas.
Entoe cantos ligados ao fogo e faça a dança espiral para elevar a energia. Agradeça à Deusa pelos frutos do ano. Enterre o primeiro pedaço do Pão da Lammas e faça a libação do vinho. Reparta o Pão de Lammas entre os participantes, incentivando a reflexão sobre como a semente morre para transformar-se em fruto. Prepare jogos competitivos em homenagem à Lugh e sua Mãe.
Monte seu picnic mágico e tenha um Lughnasadh abençoado!!!
Neste festival são confeccionados bonecos com espigas de milho ou ramas de trigo, representando os Deuses, que são chamados de Senhor e Senhora do Milho. O Sabá de Lamas ou Lughnasadh, significa "A massa de Lugh". Isso se deve ao antigo costume celta de colher os primeiros grãos para se fazer um grande pão, que depois seria dividido entre as pessoas do povoado.
O primeiro gole de vinho e o primeiro pedaço de pão devem ser jogados dentro do caldeirão juntamente com grãos de cereais e papéis, onde serão escritos todos seus agradecimentos.
Amuletos e talismãs antigos deverão ser queimados neste ritual, onde simbolicamente nos livramos de tudo aquilo que está velho e desgastado. Pois a vida se torna morte e a morte se torna vida, o ciclo eterno da criação.
E mesmo não plantando e nem colhendo mais o nosso alimento, lembre-se que ele foi semeado e colhido nos campos da Grande Mãe Terra. Então, agradeça sempre aos Deuses pela fartura e abundância de nossas vidas. Neste Sabá, enfeite seu altar com sementes, ramos de trigo, espigas de milho e frutas da época
Incensos: aloé, rosa e sândalo.
Cores das velas: laranja e amarela.
Pedras preciosas sagradas: aventurina, citrino, peridoto e sardônia.
Ervas ritualísticas tradicionais: flores da acácia, aloé, talo de milho, ciclame, feno grego, olíbano, urze, malva-rosa, murta, folhas do carvalho, girassol e trigo.
Uma maneira simples e divertida de celebrar o Sabá é com um picnic mágico com a família e amigos. Leve algumas velas (laranjas, vermelhas ou marrons), incenso (aloé, rosa ou sândalo), vinho tinto e Pão de Lammas.
Entoe cantos ligados ao fogo e faça a dança espiral para elevar a energia. Agradeça à Deusa pelos frutos do ano. Enterre o primeiro pedaço do Pão da Lammas e faça a libação do vinho. Reparta o Pão de Lammas entre os participantes, incentivando a reflexão sobre como a semente morre para transformar-se em fruto. Prepare jogos competitivos em homenagem à Lugh e sua Mãe.
Monte seu picnic mágico e tenha um Lughnasadh abençoado!!!
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sábado, 30 de janeiro de 2010
Conhecendo o Deus Lugh (se preparando para o Lammas)
LUGH
Lugh é um deus herói, brilhante e corajoso, simbolizado pelo sol. Em Gales,
seu símbolo era um veado branco, mas os corvos também são associados a ele.
O Lughnassadh ou Lammas como também é conhecido é um Sabbath ou festividade
em sua homenagem que é comemorado no Hemisfério Sul no dia 2 de fevereiro
e no hemisfério norte no dia 1º de agosto.
Lugh era um deus muito ocupado, era carpinteiro, pedreiro, ferreiro,
harpista, poeta, druída e médico. Exerce influência sobre a magia, as
viagens, as artes marciais, a reencarnação, a guerra, o relâmpago, a água,
as artes e ofício.
Ajuda poetas, ferreiros, músicos, históriadores, harpistas e feiticeiros.
Também influência na vingança, nas curas, na iniciação, na profecia e nas
artes manuais. Era também chamado de Luga, Lamhfada (o de braço comprido),
Lleu Ilaw Gyffes (o luminoso de mão hábil), Lug, Lugus, Lug Samildanah
Lugh é um deus herói, brilhante e corajoso, simbolizado pelo sol. Em Gales,
seu símbolo era um veado branco, mas os corvos também são associados a ele.
O Lughnassadh ou Lammas como também é conhecido é um Sabbath ou festividade
em sua homenagem que é comemorado no Hemisfério Sul no dia 2 de fevereiro
e no hemisfério norte no dia 1º de agosto.
Lugh era um deus muito ocupado, era carpinteiro, pedreiro, ferreiro,
harpista, poeta, druída e médico. Exerce influência sobre a magia, as
viagens, as artes marciais, a reencarnação, a guerra, o relâmpago, a água,
as artes e ofício.
Ajuda poetas, ferreiros, músicos, históriadores, harpistas e feiticeiros.
Também influência na vingança, nas curas, na iniciação, na profecia e nas
artes manuais. Era também chamado de Luga, Lamhfada (o de braço comprido),
Lleu Ilaw Gyffes (o luminoso de mão hábil), Lug, Lugus, Lug Samildanah
(O dos muitos ofícios) e Lugos.
Lugh é um Deus do céu e está fortemente conectado com o fogo, com o Sol e com o tempo. Em inúmeras representações suas, ele aparece com um Torc e uma lança brilhante que às vezes é vista na forma de um raio. Ele é o Deus de todas as habilidades, artes e da excelência em todo empenho imaginável. Ele é visto como o protetor e guia de seu povo.
Os animais ligados a ele são as águias e os corvos que mantêm os olhos atentos sobre tudo aquilo que acontece na Terra. Sua árvore sagrada é o freixo.
Embora ele seja representando de formas variadas e com atributos diferentes, existem alguns pontos em comum encontrados nos mitos sobre Lugh em diferentes tribos célicas:
- é um Deus jovem com longos cabelos e com a face brilhante como o Sol
- é qualificado em inúmeras artes
- é o sobrevivente dos gêmeos no nascimento
- é adotado como uma criança (Na Irlanda por Tailtu e em Gales por Gwydion)
- a associação dele com pássaros e a capacidade de se transformar em uma ave. Ele, assim como Morrigú, está associado com corvos e gralhas, embora no conto galês, ele se transforme em uma águia.
- é qualificado em inúmeras artes
- é o sobrevivente dos gêmeos no nascimento
- é adotado como uma criança (Na Irlanda por Tailtu e em Gales por Gwydion)
- a associação dele com pássaros e a capacidade de se transformar em uma ave. Ele, assim como Morrigú, está associado com corvos e gralhas, embora no conto galês, ele se transforme em uma águia.
Feitiço de Proteção do Lar de Lugh
1 vidro com tampa, pintado de preto
Vários objetos de ferro pontiagudos (que caibam dentro do vidro)
1 turmalina negra
1 pedra de obsidiana
1 pedra de onix
1 vela preta
Coloque todos os objetivos dentro do vidro, menos a vela. Feche-o.
Acenda a vela sobre a tampa e recite o seguinte encantamento:
Vários objetos de ferro pontiagudos (que caibam dentro do vidro)
1 turmalina negra
1 pedra de obsidiana
1 pedra de onix
1 vela preta
Coloque todos os objetivos dentro do vidro, menos a vela. Feche-o.
Acenda a vela sobre a tampa e recite o seguinte encantamento:
"Eu peço aos Deuses da Proteção
para que estejam comigo,
que este feitiço seja atado,
para protejer minha casa e
todos que vivem comigo.
Pelo poder de três vezes três,
que assim seja, que assim se faça."
para que estejam comigo,
que este feitiço seja atado,
para protejer minha casa e
todos que vivem comigo.
Pelo poder de três vezes três,
que assim seja, que assim se faça."
Coloque o vidro em cima da porta de entrada da sua casa e jamais revele
o que há dentro para outras pessoas, para não quebrar o feitiço.
o que há dentro para outras pessoas, para não quebrar o feitiço.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
20 de Janeiro - Dia de BABA YAGA
Baba Yaga é a intrépida Deusa da Morte e Renovação.
É preciso morrer para renascer, é o sacrifício da semente para o nascimento da flor.
Acenda uma vela escura e invoque a presença de Baba Yaga para junto de você.
Peça que ela leve embora todo o mal e abra caminho para todas as coisas boas que deseja em sua vida.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Dia de Festival a Hera
É com grande prazer que não perco uma oportunidade de falar sobre a minha amada Deusa Hera! Dia 18 é o dia da Teogamia de Hera que é onde se celebra todos os aspectos desta Deusa maravilhosa.
Uma das minhas curiosidades favoritas sobre estas comemorações a Hera é o festival olimpico a Hera.
O festival de Hera tinha como atração principal as corridas e era adequado para mulheres solteiras e virgens. Para competir, as meninas deixavam os cabelos soltos e vestiam uma túnica que descia mais ou menos até a altura do joelho e que deixava descobertos o ombro e o seio direito. Esse modelo de roupa pode ter sido a vestimenta tradicional das competidoras em Olímpia durante séculos.
Mulheres solteiras tinham muitas vantagens em Olímpia. Além de participar das competições de atletismo no Festival de Hera, elas também tinham permissão para assistir às competições masculinas do festival de Zeus. Mulheres casadas, ao contrário, não tinham permissão para participar das competições femininas e eram barradas, sob ameaça de morte, no santuário de Zeus. Elas também eram proibidas de assistir aos jogos para rapazes e homens. Não se sabe se as mulheres permitiam que os homens assistissem às suas competições.
Mulheres solteiras tinham muitas vantagens em Olímpia. Além de participar das competições de atletismo no Festival de Hera, elas também tinham permissão para assistir às competições masculinas do festival de Zeus. Mulheres casadas, ao contrário, não tinham permissão para participar das competições femininas e eram barradas, sob ameaça de morte, no santuário de Zeus. Elas também eram proibidas de assistir aos jogos para rapazes e homens. Não se sabe se as mulheres permitiam que os homens assistissem às suas competições.
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Dia de Frigga
Frigga é a Deusa escandinava da fertilidade da terra, protetora das famílias e das tribos. Seu nome significa "Aquela que ama" e é conhecida pelos nomes: Frigg, Frige, Frija, Fricka, Frea, Frewa, Fruwa, Hlin, Hlyn, e Lin. Vrou-elde era o nome holandês dela. Como esposa de Odin, mãe de Baldur (o Deus da Primavera e do Renascimento ou da Regeneração), Frigga era a Suprema Deusa Mãe dos Deuses Aesir, dinastia dos Deuses do céu indo-europeu e filha de Fjorgyn.
Frigga era a Deusa do Amor, da União e do Destino. Contava-se que em um salão de seu palácio em Fensalir, em um dos mundos míticos germânicos, havia um grande tear onde as Norns, as Senhoras do Destino, enrolavam cordões para que Frigga pudesse tecer tanto o destino dos homens, quanto as nuvens do céu. Esta atribuição associava esta Deusa também a rios, cachoeiras e água doce. Fensalir era o local onde as almas dos cônjuges que tinham sido fiéis um ao outro se reuniam após a morte, para nunca mais se separarem. Uma estrela da Contelação de Órion é chamada de "Friggajar Rockr", em sua homenagem.
O fuso é um poderoso símbolo que representa a sabedoria, a virtude e a indústria feminina. A tecelagem, para os vikings, foi uma importante fonte de renda que enfatizava o poder das mulheres na tradição pagã. Nas mãos de Frigga e das Norns, o fuso transformou-se em uma poderosa arma mágica. Os vikings acreditavam que ela conhecia o destino dos homens, em virtude desta sua ligação com as Norns.
Na maioria das vezes, Frigga se apresentava como uma mulher vestida com penas de falcões e gaviões, podendo ainda, viajar na forma de um desses pássaros.
Frigga está associada ao início do Ano Novo. A noite mais longa o ano era dedicada à esta Deusa. Todas as mulheres grávidas invocavam Frigga, acendendo uma vela branca, nas festividades do Solstício de Inverno, para terem um parto seguro. Pode ser invocada também, para ajudar em toda as coisas relacionadas com os ofícios de tear, cozinhar, costurar, e também para proteger as crianças. É ela ainda, que estabelece ligação com nossos antepassados. Os detalhes de sua adoração ficaram perdidos quando foi instituído o feudalismo. Frigga aparece somente em alguns registros do folclore alemão, onde sobreviveu como Frau Holda. As Deusas Holda, Percht e Berchte são muito similares a Frigga.
Como Deusa das mulheres, Frigga era considerada a Padroeira do Matrimônio e Deusa da Fertilidade. Neste aspecto está associada a Deusa Hera grega, que também era uma feroz protetora das uniões conjugais. Assim como Hera, Frigga é casada com o Deus Supremo de sua religião.
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Inspirações Pagãns para o Natal
A árvore de inverno é um costume essencialmente pagão que já dura à séculos. Sempre presente entre os povos antigos que, mesmo após o advento do cristianismo, o costume permaneceu: no hemisfério norte, o Natal é no inverno (dezembro), e a árvore faz parte de todas as tradições natalinas.
Dentro da Tradição Celta, celebra-se o sabbat Yule. Ele marca exatamente o retorno do sol, da luz.
A Deusa que em Samhain era Anciã, retorna como Mãe, trazendo em seu ventre, o Deus, a Criança da Promessa.
O retorno da Deusa, o nascimento do Deus e o retorno da luz são os pontos focais deste Solstício.
Os festejos do Natal Cristão foram inspirados em Yule, que no hemisfério norte se dá por volta de vinte ou vinte e um de dezembro.
As cores verde, vermelha e dourado e a árvore de natal (o pinheiro era associado à Deusa) são alguns exemplos dos símbolos desta festividade pagã que foram absorvidos pela data Cristã.
A comemoração do nascimento de Jesus foi fixada em dezembro a partir de 320 d. C., devido à semelhança da essência do Solstício de Inverno com o nascimento da criança.
Além dos Celtas e dos Cristãos, outras Tradições já celebravam o nascimento da Criança da Promessa no Solstício de Inverno (hemisfério norte).
Solstício de Inverno é um período de esperança, pois junto com a Criança da Promessa, que traz calor e fertilidade para a terra e para a nossa vida, e assim renascem as nossas esperanças.
Yule, é um momento para nos conectarmos com nossa criança interior, de nos rejuvenescermos trazendo a luz e a alegria para os nossos corações.
Montar e enfeitar uma árvore é uma forma singela de homenagear os elementos e pedir sua proteção. Trata-se de uma representação de todas as árvores sendo honradas por você e sua família.
Em castiçais que protegem as velas (tipo um copo), rodeie a árvore de natal com velas numa distância considerável para não correr riscos de incêndio.
Na noite do solstício de inverno (hemisfério norte) ou na nossa noite de natal, acenda todas as velas que você colocou na árvore, fazendo um pedido para cada uma acesa.
Cante e dance em volta da árvore, festejando e honrando os espíritos da Natureza e os deuses: a Deusa que é Mãe e o deus que é a Criança da Promessa renascida nesse dia.
Deixe as velas queimarem até acabar!
Dica: use velas pequenas, aquelas do tipo rodinha, assim terminam rápido!
Boas Festas!
Dentro da Tradição Celta, celebra-se o sabbat Yule. Ele marca exatamente o retorno do sol, da luz.
A Deusa que em Samhain era Anciã, retorna como Mãe, trazendo em seu ventre, o Deus, a Criança da Promessa.
O retorno da Deusa, o nascimento do Deus e o retorno da luz são os pontos focais deste Solstício.
Os festejos do Natal Cristão foram inspirados em Yule, que no hemisfério norte se dá por volta de vinte ou vinte e um de dezembro.As cores verde, vermelha e dourado e a árvore de natal (o pinheiro era associado à Deusa) são alguns exemplos dos símbolos desta festividade pagã que foram absorvidos pela data Cristã.
A comemoração do nascimento de Jesus foi fixada em dezembro a partir de 320 d. C., devido à semelhança da essência do Solstício de Inverno com o nascimento da criança.
Além dos Celtas e dos Cristãos, outras Tradições já celebravam o nascimento da Criança da Promessa no Solstício de Inverno (hemisfério norte).
Solstício de Inverno é um período de esperança, pois junto com a Criança da Promessa, que traz calor e fertilidade para a terra e para a nossa vida, e assim renascem as nossas esperanças.
Yule, é um momento para nos conectarmos com nossa criança interior, de nos rejuvenescermos trazendo a luz e a alegria para os nossos corações.
Montar e enfeitar uma árvore é uma forma singela de homenagear os elementos e pedir sua proteção. Trata-se de uma representação de todas as árvores sendo honradas por você e sua família.
Em castiçais que protegem as velas (tipo um copo), rodeie a árvore de natal com velas numa distância considerável para não correr riscos de incêndio.
Na noite do solstício de inverno (hemisfério norte) ou na nossa noite de natal, acenda todas as velas que você colocou na árvore, fazendo um pedido para cada uma acesa.
Cante e dance em volta da árvore, festejando e honrando os espíritos da Natureza e os deuses: a Deusa que é Mãe e o deus que é a Criança da Promessa renascida nesse dia.
Deixe as velas queimarem até acabar!
Dica: use velas pequenas, aquelas do tipo rodinha, assim terminam rápido!
Boas Festas!
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
22 de Dezembro Solsticio de Verão

Litha
Litha é considerado um Sabbath Pequeno, celebrado no dia 21 de Junho. É também conhecido como Alban Hefin, Alban Heruin ou a Luz do Verão. É neste dia que o sol atinge a sua plenitude, o Deus finalmente atinge o seu apogeu. É o dia mais longo do ano. A natureza está plena de poder e de magia, abençoada pela gestação da Deusa, que mostra toda a sua beleza. O Deus está no seu poder máximo e começa a caminhar para o Outro Mundo. É um período propício para realizar todos os tipos de magia.
Este Sabbath não é só fertilidade, é também força. Litha significa pedra e nas tradições pagãs costuma-se pular fogueiras para a purificação, para aumentar a fertilidade, a saúde e o amor.
Colham flores estivais e decorem a vossa casa, o altar, e encham-se de flores também!
Podem aproveitar este ritual para fazer oferendas ao Povo das Fadas, peçam-lhes conhecimento, inspiração e sabedoria. Enfeitem o altar com girassóis, frutas frescas e ervas secas (verbena, camomila, lavanda ou qualquer erva desta época). É um bom momento para renovar energias, tanto da casa como a nossa.
Litha é a concretização das nossas esperanças, os projectos e os sonhos lançados em Imbolc começam a dar os seus frutos, se assim o merecermos. É o momento de dar graças pela saúde e pela vida.
Mas, como tudo no Universo é cíclico, não nos devemos ligar apenas à plenitude, mas também aceitar que começa o declínio e a Morte.
Neste dia, façam um círculo de pedras, queimem flores vermelhas ou ervas solares, como a camomila, em conjunto com os vossos pedidos no caldeirão. =)
- Símbolos e decorações: velas amarelas, vermelhas e laranja, girassol, símbolos solares, ervas secas, conchas e fruta.
- Incensos: alecrim, louro, pinho, limão, mirra, jasmim, lótus.
- Alimentos: sucos cítricos, frutas frescas e hidromel.
- Cores: Azul, Verde, Amarelo, Branco, Vermelho, Bronze
- Pedras: Esmeralda, Jade, todas as pedras verdes- Ervas: Mangericão, Camomila, Pinho, Margarida, Funcho, Lirio, Rosa
- Comida: Frutas de Verão, Chá gelado, Vegetais Frescos
*Feliz Litha e que a Deusa vos abençoe*
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
LITHA
Litha (lê-se Líta) ou Solstício de Verão é quando o Sol está em seu ápice e mantém o seu maior brilho e elevação. O meio de verão, como é chamado, é celebrado pelas bruxas e bruxos pela sua abundância e plenitude no ano, trazendo fetilidade à Terra.
Litha é celebrado por volta de 22 de dezembro no hemisfério sul e por volta de 22 de junho no hemisfério norte. É o dia mais longo do ano, mas que também representa o declínio do Deus Sol. A partir deste dia, os dias vão ficando cada vez mais curtos, até chegarem ao ápice da escuridão no solstício de inverno. Por isso é considerado um marco que assinala o início da metade escura do ano, ao contrário do solstício de inverno.
O solstício de verão é tanto um festival de fogo que representa o aspecto de Deus quanto um festival da água que representa o aspecto da Deusa.
A Deusa e o Deus estão no êxtase de sua união e vemos a Natureza cheia de frutos e flores belas. É o ápice do amor entre ambos. A Deusa reina como a Rainha do Verão e o Deus aproveita seu auge, pois depois começará o seu declínio até renascer no inverno.
Devemos nos lembrar que a mudança é a essência da vida, pois tudo carrega dentro de si a semente do seu oposto. O Sol está com seu poder no auge, mas aos poucos começa a declinar. Vida e morte fazem parte de todos os aspectos na Natureza e também de nossas vidas.
Litha revela que após a união da Deusa e do Deus em Beltane, O Deus já está adulto, um homem formado, e tornou-se pai (dos grãos) – ele é o grande responsável pela continuidade da vida. Em sua plenitude e felicidade ele traz o calor do verão e a promessa total de fertilização com o sucesso da fertilização do ventre da Deusa.
Nesse momento o Deus, após cumprir a sua função de fertilizador, dá seu último beijo em sua amada e caminha ao país do Verão – utilizando-se o Barco da Morte para morrer em Samhain.
sábado, 31 de outubro de 2009
Feliz Beltane e Feliz celebração de homenagem aos ancestrais
Aqui no hemisfério sul dia 31 celebramos Beltane, o início do verão.
Mas como Nesta data em especial o limiar entre os dois mundos está mais aberto eu particularmente não deixo de celebrar a noite dos anciãos. Homenageando nossos ancestrais.
O legal è que fazemos 1 sabbat e meio, comemoramos a fertilidade e homenagiamos os que ja se foram!
Então um Feliz Beltane e Samhaim a todos!!!!
Mas como Nesta data em especial o limiar entre os dois mundos está mais aberto eu particularmente não deixo de celebrar a noite dos anciãos. Homenageando nossos ancestrais.
O legal è que fazemos 1 sabbat e meio, comemoramos a fertilidade e homenagiamos os que ja se foram!
Então um Feliz Beltane e Samhaim a todos!!!!
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