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sábado, 6 de novembro de 2010

Surgimento do vinho!

Desculpem o sumiço mas realmente estou sem tempo.
Um dos maiores motivos é o estudo de uma paixão o vinho por isso homenageio Baco(Dionísio) contando a história do surgimento desse  maravilhoso nectar dos deuses!!!!


O surgimento do vinho

Baco que  foi criado pelas Ninfas em cavernas, quando adolescente espremeu  cachos de uvas maduras de uma vinha que existia na porta da caverna e descobriu que podia fazer vinho. Ao experimentar o mosto da uva, percebeu que a sua descoberta era muito  saborosa e que também lhe dava forças e alegria. Naquele momento ele estava inventando o vinho. Baco chamou as Ninfas e juntos fizeram uma grande festa regada  a muito vinho. Com aparência afeminada, Baco se vestia com pele de pantera e usava na cabeça uma coroa com folhas da videira e cachos de uva. Quando adulto, Baco, já considerado o inventor do vinho e desejoso de ser considerado deus (como ele era filho do deus Zeus com a mortal Sêmele, não o consideravam divino) andava pelo Mundo ensinado desde a plantação da videira até o fabrico do vinho e reivindicando sua divindade aos homens e aos seres do Olímpio.  Numa destas andanças encontrou seu amor Érigone. Para atraí-la transformou-se num belo cacho de uvas e logo depois da bodas tiveram o filho Estáfilos, cujo nome significa uva. Numa outra lenda, Baco era filho de Sêmele e Júpiter e sua esposa chama-se Ariadne, considerada seu único amor. 

 Baco, pelo prestígio do vinho e depois de ver o culto ao vinho espalhado por toda a humanidade, recolheu-se aos céus, pois tem lugar garantido entre os seres olímpicos, precisamente junto a Júpiter.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Homenagem a Hemera


Hemera, o dia, é a filha de Nyx, a noite, e Erebus, a escuridão, e mulher e irmã de Éter, a luz e o céu superior (como se fosse o vazio do Universo, aquilo que se estende para lá da atmosfera). Hemera é a essencia do Dia, não considerada uma Deusa em si, mas antes o dia em si e, portanto, sob o governo de um Deus, neste caso de uma Deusa, Eos.

A sucessão de a Noite e a Escuridão precederem o Dia e a Luz deriva do facto de os gregos considerarem que o dia começava com o anoitecer e, portanto, a noite precedia o dia.

A cosmogonia grega separava o Sol do fenómeno do Dia, considerando que era o Éter que realmente brilhava (podemos considerar que a luz que vemos resulta, na verdade, de filtração pela atmosfera e, por isso, não é, realmente, a luz do Sol em si que nos chega...). 


Assim, ao anoitecer Nix cobria com neblina negra a camada entre o Éter e o Ar e então chegava-nos Erebus, a escuridão. Ao amanhecer Hemera fazia com que as neblinas se dispersassem e que o brilho do seu marido chegasse à terra.

domingo, 25 de abril de 2010

Chá de comunhão cm Hécate

Já falamos de Hécate, a misteriosa Deusa das Trevas e protectora de todos os Bruxos, é a personificação da lua e do lado escuro do princípio feminino. Seu nome é grego e significa "aquela que tem êxito de longe"

Ingredientes

Um caldeirão
Cálice com água mineral
Uma colher (de sopa) de vinho branco
1 colher (de chá) de erva cidreira
1 colher (de chá) de cravo-da-índia
1 colher (de chá) de jasmim
1 colher (de chá) de canela
1 colher (de chá) de papoula
Mel puro à gosto.

Coloque o caldeirão no fogo e despeje nele a água do cálice. Espere levantar fervura e vá colocando os ingredientes de acordo com o encantamento:

"Hécate, divina Hécate, Deusa das trevas, Invoco a ti grande protetora,Para que consagre-me como feiticeira.Honro-te e conjuro a ti,Em nome da lua, do céu, da Terra e do mar, Seus domíniosDa Terra, do ar, da água e do fogo.Com este vinho homenageio-te e encanto esta poçãoErva cidreira, pelos poderes da lua, Para propiciar o amor perfeito.Cravo-da-índia, pelos poderes de Júpiter, Para propiciar a confiança perfeita.Jasmim da luz, Para a unificação com a mente da minha Deusa.Canela do sol, Para a recepção da luz interior do meu Deus.Papoula, Para o poder da criação e da transformação da luaChás das iniciantes, pelos poderes de Hécate. Pra consagrar a mais nova bruxa."

Aguarde três minutos e coe o chá. Coloque no cálice e beba-o, fazendo a seguinte consagração:

"Hécate, grande deusa da lua,Me inicie neste caminho que conduz até tua a sabedoriaPrepara-me com tua força.O caminho é a escuridão desta noite,A luz interior é tu que me propicias, através da luz da lua.Minha força é a tua força,Atuando para o bem, a sabedoria e a felicidade.Agradeço pelas tuas criações e pelos teus caminhos,Revelados pelas gloriosas irmãs da antiga Tradição.Que assim seja ! "

Destrace o círculo de proteção corretamente e jogue o resto das folhas coadas aos pés de uma árvore mais próxima.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Aine- Deusa das Fadas

Aine é uma Deusa primária da Irlanda, soberana da terra e do sol, associada ao Sostício de Verão, que sobreviveu na forma de uma Fada Rainha. Seu nome significa: prazer, alegria, esplendor.
Ela é irmã gêmea de Grian, a Rainha dos Elfos e era também considerada um dos aspectos da Deusa Mãe dos celtas Ana, Anu, Danu ou Don.
Juntas Grian e Aine
, alternavam-se como Deusas do Sol Crescente e Minguante da Roda do Ano, trocando de lugar a cada solstício. Os pagãos acreditam que na entrada do Solstício de Verão, todos os Povos pequenos vêm a Terra em grande quantidade, pois é um período de equilíbrio entre Luz e Trevas.
Se estiver em paz com eles, acredita-se que, ao ficar de pé no centro de um anel-das-fadas é possível vê-los. É um período excelente para fazer amizade com as fadas e outros seres do gênero. Rainha dos reinos encantados e mulher do Lado, ela é a Deusa do amor, da fertilidade e do desejo.
É filha de Dannann, e esposa e algumas vezes filha de Manannan Mac Liir, e mãe de Earl Gerald. Como feiticeira poderosa, seus símbolos mágicos são "A égua vermelha", plantações férteis, o gado e o ganso selvagem.


Esta é uma Deusa-Fada que segundo a tradição celta ajudava os viajantes perdidos nos bosques irlandeses. Diziam que para chamá-la bastava bater três vezes no tronco de uma árvore com flores brancas. Sempre que se sentir "perdido", faça o mesmo, chame por Aine batendo três vezes no tronco de uma árvore de flores brancas. Ela não vai tardar em ajudar.
Há lendas que contam que Aine tinha o poder de se transformar tanto em um cisne branco quanto em uma égua vermelha de nome Lair Derg, e que ninguém conseguia alcançá-la.
Se acreditava também, que na noite do Solstício de Verão, moças virgens, que pernoitassem na colina de Knocknaine, poderiam ver a Rainha das Fadas com toda a sua comitiva. O mundo das fadas só se tornava visível pelos portais mágicos, chamados anéis de fada, que eram indicados pela própria Aine.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Rituais a Lilith para aumento de poder interior

Você deve traçar um círculo (com pedras, sal ou o que achar melhor). Abra os portais e peça gentilmente que seu animal de poder esteja presente. Quando estiver pronta(o) pegue a corda e corte do tamanho que corresponda ao lugar do corpo que pretende amarrá-la. Por exemplo, se você está com algum bloqueio que a (o) está impedindo de caminhar com todo seu poder, você deve amarrar a corda em torno dos tornozelos. Se você estiver com problemas de expressão, deve amarrá-la na garganta. Se tem medo de que a sua sexualidade a(o) impeça de manifestar o seu poder, amarre a corda nos quadris. No momento em que estiver amarando a corda, afirme o significado dela. Durante os dias que separam a colocação e o corte das cordas, você deverá diariamente concentrar-se em cada uma delas e no que elas representam, olhando-as e sentindo-as ! junto à pele.

Na noite de cortar as cordas, peque o queimador de incensos e o caldeirão, fósforos e uma faca ou tesoura. Trace o círculo, acenda o incenso (pode ser de alecrim) e chame seu animal de poder. Você deve tocar selvagemente o tambor e gritar o significado das cordas. Se não quiser chamar a atenção dos vizinhos pode falar mentalmente. Sente-se em frente ao caldeirão e corte as cordas confirmando o significado de cada uma delas. Jogue-as dentro do caldeirão e queime-as. Sinta o fluxo do poder enquanto observa cada uma delas transformar-se em fumaça. Respire fundo e sinta sua nova noção de poder. Se você traçou um círculo, libere o que foi chamado para fazer parte dele com gratidão. Agradeça a Lilith por lhe apontar o caminho para o seu próprio poder.


Ritual II
Em uma noite sem Lua (Lua Nova), vista-se com cores negras e cubra a cabeça com um lenço também negro. Prepare um pequeno altar com oferendas de vegetais de casca escura (por exemplo - beterraba, ameixa, beringela, azeitonas pretas, etc...), incenso de aroma forte (benjoim, âmbar ou defumadores de ervas) e uma Vela Verde. Arrume o altar voltado para o Norte, acenda o incenso e a Vela.

Deite-se no chão, com o rosto voltado para a terra, coloque os braços abertos ao lado do corpo e diga: PURIFIQUE-ME SENHORA! PURIFIQUE-ME INTERNAMENTE E EXTERNAMENTE. PURIFIQUE MEU CORPO, ALMA E ESPíRITO! FAçA AS SEMENTES DE LUZ CRESCEREM DENTRO DE MIM E TRANSFORME-ME EM TOCHA FLAMEJANTE DE TEU AMOR. PARA QUE EU, TOMADO POR MINHAS PRóPRIAS CHAMAS, TRANSFORME TUDO EM MIM E AO MEU REDOR EM LUZ!

Imagine a Virgem Negra entronizada no centro da Terra, Senhora do Mundo Subterrâneo e Mãe da Natureza. Sinta o seu poder e sua majestade incomparável.
Levante-se e faça a oração mais uma vez.
Pegue a Vela Verde e caminhe, no sentido dos ponteiros do relógio, nove vezes.
Pare voltado para o Norte e faça a oração novamente.
Agradeça a Virgem Negra e peça a sua proteção.
Deixe o incenso e a Vela consumirem-se totalmente. Use as oferendas vegetais para o consumo próprio, como uma dádiva da Mãe Terra.

O Ritual pode ser realizado fora ou dentro de casa. A Vela Verde (escura) é tradicionalmente usada em ritos para a Virgem Negra desde a Idade Média.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Dia de Cibele

Cibele, uma deusa da Frígia, designada por Mãe dos Deuses ou Grande Mãe. Disse Rosane que o grande Sófocles a chama de “A Mãe de Tudo”.
Também conhecida como Deusa dos mortos, da fertilidade, da vida selvagem, da agricultura, da Caçada Mística e, principalmente, do poder de fertilidade da natureza, seu culto começou na Ásia Menor e espalhou-se por diversos territórios gregos, mantendo a popularidade até os romanos, que lhe edificaram um templo no Palatino, tendo, para isso, mandado vir de Pessinunte, em 240 a.C., uma pedra negra que a simbolizava. Segundo os gregos, contudo, esta deusa seria apenas uma encarnação de Reia, adorada no monte Cíbele, na Frígia. Ela possui seus próprios Mistérios sagrados, do mesmo modo que as deusas Perséfone e Deméter.
O culto a Cibele tornou-se tão popular que o senado romano, a despeito de sua política permanente de tolerância religiosa, se viu obrigado, em defesa do próprio Estado, a por cabo à observância dos rituais da deusa-mãe. Tal culto incluía manifestações orgíacas, como era próprio dos deuses relacionados com a fertilidade, celebrados pelos Curetes ou Coribantes.
Cibele é representada, frequentemente, com uma coroa de torres, com leões por perto ou num carro puxado por estes animais e está relacionada com a lenda grega de Agdístis e Átis, esse último um deus lunar que usava a lua crescente como uma coroa de uma maneira muito própria, sendo tanto filho como amante de sua mãe Cibele, também conhecida como deusa da Lua.
O Mito de Átis relata que ele estava para se casar com a filha de um rei, quando sua mãe, estando apaixonada por ele, tornou-o louco. Átis, na loucura, ou no êxtase, castrou-se diante de Cibele, causando muita tristeza à Grande Deusa. O pranto de Cibele por Átis lembra a tristeza de Istar por Tamuz e a de Afrodite por Adônis.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Valquírias (Valkyrja, Valmeyjar, Valkrjur, Alaisiasae, Idisi


Valquírias (Valkyrja, Valmeyjar, Valkrjur, Alaisiasae, Idisi) - “As Deusas Guerreiras”
Consideradas assistentes de Odin, as Valquírias eram descritas como jovens bonitas, altas, fortes e guerreiras, que serviam comida e bebida para Odin e para os espíritos dos guerreiros mortos em combate, cuidadosamente escolhidos para compor a guarda pessoal de Odin. Quando não estavam cuidando dos feridos nos campos de batalha ou levando almas para os salões de Valhala, as Valquírias supervisionavam as batalhas de Midgard (o mundo dos homens) e protegiam seus guerreiros favoritos.
No entanto, existe um significado muito mais profundo e antigo na verdadeira natureza e nos reais deveres das Valquírias, cuja simbologia é das mais complexas na mitologia teutônica. Elas não só acompanhavam os espíritos guerreiros mortos, mas escolhiam, antecipadamente, quem iria ganhar ou perder a batalha. Seu nome significava “as que escolhiam os mortos” e, mesmo quando era o próprio Odin que pedia às Valquírias para levarem um determinado herói ao seu salão, nem sempre elas o atendiam. Eram conhecidas como protetoras dos guerreiros por elas escolhidos e discordavam abertamente das ordens de Odin. Mitos mais recentes descrevem a eventual punição e Valquírias rebeldes; porém, os mais antigos relatam que a vontade delas sempre prevalecia.
Quando uma Valquíria escolhia um mortal como seu favorito, ela o protegia sempre, esinando-lhe também as artes mágicas e permanecendo como guardiã por toda a vida. As Valquírias tinham o dom da profecia e, às vezes, mostravam em sonhos ou visões os perigos que os protegidos deveriam evitar. Aqueles que soubessem o nome de uma Valquíria específica poderiam chamá-la, pois ela sempre aparecia, para proteger ou ensinar. Seus nomes eram Brunhilde (malha de aço), Geirahod (flecha), Göll (grito de batalha), Gunnr (luta), Göndul (bastão mágico), Herfjötur (algemas), Hildr (batalha), Hlökk (tumulto), Hrist (terremoto), kara (voragem), Mist (névoa), Randgridr (escudo), Reginleif (herança dinina), Svana (golpe), Rota (turbilhão), skeggjöld (machado de combate), Sigdrifa (raio de vitória), Sigrun (vitória), Radgridr (conselho de paz) e Thrundr (poder). Outras fontes mencionam também Alvtr, Geirabol, Goll, Hladgudr, Herja, Judur, Ölrun, Prudr, Reginleif e Svipul. As líderes eram Gundr, Rota e a Norne Skuld (”a que está sendo”); o grupo podia ser composto de nove, treze ou vinte e sete Valquírias.
Às vezes, as Valquírias podiam aparecer metamorfoseadas em cisnes ou corvos. Consideradas as filhas de Odin com Erda (ou Jord), elas era subordinadas à Freya e às Nornes, assemelhadas à Fylgja e às Disir e atuavam como entidades protetoras. O maior desejo de um iniciado (vitki) era casar-se “com sua Valquíria”, ou seja, alcançá-la consncientemente para poder aprender e ser introduzido nos mistérios por ela.
Os vikings acreditavam que a visão das Valquírias cavalgando seus fogosos corcéis era um espetáculo impressionantes e inesquecível. Vestidas com armaduras e armadas de flechas, espadas e escudos, elas emergiam subitamente das nuvens, em meio aos relâmpagos e trovões provocados por seu galope. Apesar das qualidades guerreiras, elas também eram consideradas deusas da fertilidade, pois o oravalho que umedecia a terra se originava do suor de seus cavalos e a aurora boreal se formava do reflexo da luz em seus escudos.
As Valquírias foram exaustivamente descritas em diversos relatos épicos, poemas e histórias sobre heróis. Uma das Valquírias mais famosas, Brunhilde, foi a heroína da lenda do rei Sigurd. Em vez de cumprir a ordem de Odin e deixar que o rei morresse, ela lhe deu a vitória do combate. Enfurecido com sua desobediência (em especial por se tratar da filha preferida), Odin prendeu Brunhilde a uma muralha de fogo, onde ela ficou adormecida até que Sigurd, montado em seu cavalo mágico, atravessou as chamas e a acordou com um beijo.
Outra Valquíria, Svava, a protetora do herói Helgi quando criança, encarnou como a princesa Sigrun e posteriormente se casou com Helgi, acompanhando-o quando ele morreu. Essa lenda descreve uma crença antiga que considerava as Valquírias espíritos guardiães de algumas famílias, permanecendo ligadas a certos heróis por toda a vida, recebendo sua alma após a morte e encarnando depois, na mesma família, para auxiliar e proteger os descendentes.
Lendas anglo-saxônicas também relatam aparições de figuras femininas sobrenaturais do meio na neblina, que auxiliavam os guerreiros nos combates. Às vezes, elas se revelaam mulheres de extraordinária beleza, tornavam-se amantes dos guerreiros mais valentes e depois desapareciam.
Uma versão mais recente descreve as Valquírias como espíritos femininos ferozes, auxiliares do deus da guerra, que se regozijavam com o derramamento de sangue, reciam teias com as caveiras e entranhas e, metamorfoseadas em abutres, se alimentavam dos cadáveres. Na Idade Média, os escritores românticos transformaram-nas em lindas princesas, que escoltavam os mortos para Valhala e brindavam com hidromel, servido em taças de chifre.
Elemento: ar, água.Animais totêmicos: cisne, corvo, gavião, cavalo alado.Cores: branco, prateado, furta-cor.Árvores: freixo, sorveira, teixo.Plantas: acônito, cólquito, centáurea.Metais: ferro, bronze.Pedras: labradorita, opala, safira.Data de celebração: 31/01, 16/02.Símbolos: armadura, escudo, elmo, corrente de metal, objetos de poder, escurdo fluídicos de proteção, aurora boeral, penas de cisne, corvo e gavião, múltiplos de três, talismãs rúnicos de proteção mágica. “A Cavalgada das Valquírias” (música da Wagner).Runas: algiz, as, calc, ziu.Rituais: de proteção em situações de perigo; conexão com seu “anjo da guarda”; para vender o medo de morte e auxiliar os espíritos na sua transição; para confeccionar e imantar escudos ou símbolos de proteção.Palavras-chave: proteção.

Texto da amada Mirella Faur em Mistérios Nórdicos( um dos meus livros favoritos)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Hino Homérico a Hera

Vamos cantar agora á Hera, deusa das mulheres.
ela que governa em seu trono de ouro.
Vamos cantar agora para Hera, filha da terra,
filha das mais antigas das Deusas.
Vamos cantar agora á rainha dos deuses.
Vamos cantar agora para deusa mais bonita ...
Não há ninguém mais amado do que você, feminina Hera.
Não há ninguém mais reverenciado do que você,
rainha Hera, ninguém mais abençoado.
Acima de todos os outros, você é a mais honrada.
Entre Deuses, és a mais querida.

Mas uma singela homenagem a minha amada Hera!!!!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Deusa Tácita

LARA, MUTA OU TÁCITA
Roma possuía uma Deusa do Silêncio, que era venerada sob os nomes de Lara, Muta e Tácita. O seu culto tinha sido recomendado pelo rei 

Numa Pompílio, que julgara essa divindade necessária ao estabelecimento do seu novo Estado. (para se livrar das fofocas e resenhas,rs)
Lara era uma náiade do Almon, regato que se atira no Tibre, abaixo de Roma. Júpiter apaixonado por Juturna, não tendo podido encontrá-la, porque ela fugira e se atirara no Tigre, chamou todas as náiades do Lácio, e lhes suplicou que impedissem a ninfa de se esconder nas suas ribeiras. 

Todas prometeram o seu serviço. Lara, vendo-se só, foi declarar a Juturna a a Juno os desígnios de Júpiter. O deus, irritado, fez cortar-lhe a língua e ordenou a Mercúrio que a conduzisse aos Infernos: no caminho, porém, Mercúrio, sensibilizado ante a beleza dessa ninfa, fez-se amar por ela(a outra versão de que Mercúrio tenha estuprado Lara), e dessa união nasceram Dois Filhos que, por causa da Mãe, foram chamados Lares.
Lara junto com Mania (Rainha dos fantasmas) eram consideradas como as "Mães dos Lares".

Larunda(ou Lara):Deusa Pré-Romana,Cultuada na Península Itálica.Considerada Mãe dos Lares e uma Deusa da Terra(Ctônica e Submundana como Tácita).Seu nome significa "Aquela que torna a terra verde".Era Invocada para trazer fartura e uma colheita abundante.Era Venerada pelos romanos como Deusa do Silêncio,da maledicência e da Morte,O Silêncio Eterno.Também era Considerada como Guardiã dos segredos e juramentos,e protegia os viajantes.

Algumas fontes modernas atribuem à Ela o dia 18 de Fevereiro ou 20 de Fevereiro,mas acho que deva ser aproximadamente essa data ou na Lua Nova(ou Minguante) do Mês de Fevereiro.

Para se livrar de boatos negativos ,tome de um banho de ervas(arruda,verbena,ou aroeira),
acenda uma vela negra(ou de cor escura,verde ,marrom ou roxo) num local silencioso, e peça a Ela para queimar todas fofocas,calúnias,mentiras,e energias negativas da inveja e do ódio na chama da vela.

Faça preces vindas do coração,ou de preferência reze mentalmente em silêncio,depois medite no silêncio,pense nas resenhas negativas que já falaram ao seu respeito,pense em todos fofoqueiros,invejosos  e peça a Tácita que os Puna,e que eles recebam o devido retorno,que as línguas más se calem ou sejam cortadas como a língua Dela foi rasgada por Júpiter.
Ou se você falou de alguém peça desculpa à Tácita ,peça para que nos proteja de tais males e que não permita que causemos tais males aos outros,tente parar de fofocar,ou de falar demais e preste mais atenção na sua vida...=)

Correspondências:
Dia da Semana:Sábado e Terça-Feira
Cores: Preto,Verde,Marrom,Roxo e Vermelho.
Incensos e ervas associadas:patchuli,menta,rosas,verbena,narciso.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

17 de fevereiro Festival de Fornacália em honra aDeusa Fornax

Fornacalia (pron. FORNACA'LIA) foi um festival em honra de Fornax, deusa dos fornos, para garantir que o milho (em grão) seria devidamente cozidos. Fornax A palavra é um diminutivo de fornacula significando um 'forno' ou 'forno'. Segundo a tradição, este antigo festival foi instituída por Numa. O momento exacto para comemorar o Fornacalia foi proclamada a cada ano pelo Maximus Curio, que anunciou em tabletes, que foram colocadas no fórum, as diferentes partes que cada cúria tinha que tomar na celebração do festival. Aquelas pessoas que não sabiam o que eles pertenciam cúria, realizados os ritos sagrados da Quirinalia, que caiu no último dia do Fornacalia. A Festa de Fornos.

Fornax era cultuada entre os romanos como a deusa dos fornos onde se cozia o pão. Era uma deusa do lar, portanto se mistura com outros tantos deuses e não temos uma idéia exata de como era representada.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Dia de Pan

O deus Pan é uma antiqüíssima divindade grega, cultuada originalmente na região da Arcádia (uma área rural muito importante na antiguidade, pois foi o local onde muitas das Escolas de Hermetismo se reuniam). Pan é o guarda dos rebanhos que, tem por missão fazer multiplicar. Deus dos bosques e dos pastos, protetor dos pastores, veio ao mundo com chifres, orelhas e pernas de bode. Pan é filho de Mercúrio.

Pan também era o deus da fertilidade, da sexualidade masculina desenfreada e do desejo carnal. Como o nome do deus significava “tudo”, no mais amplo sentido da natureza: a fertilidade. Para os alquimistas e para os estudiosos da filosofia, Pan passou a ser considerado um símbolo do Universo e a personificação da Natureza; e, mais recentemente, representante de todos os deuses.
Celebrar a Pan é celebrar a natureza, a sexualidade de maneira primal, a bebida, o prazer e a boa música. Suas festas eram marcadas por cantos, danças, vinhos e ritos de magia sexual envolvendo fertilidade e prosperidade, dedicadas às plantações, colheitas e rebanhos.
Faunos

Os romanos tinham um panteão de deuses que foi, em sua maioria, “herdado” da cultura grega. Portanto, quase todos os deuses romanos possuem seus correspondentes gregos.
Sylvanus e Faunus eram divindades latinas cujas características são muito parecidas com as de Pan, que nós podemos considerá-las como o mesmo personagem com nomes diferentes.
Entre os romanos, faunos eram deidades de florestas selvagens com pequenos chifres, pernas de cabra e um pequeno rabo. Eles acompanhavam o deus Faunus, eram alegres, habilidosos, e viviam sempre cantando e se divertindo. Faunos são análogos aos sátiros gregos.
Faunos é o deus da natureza selvagem e da fertilidade, também considerado o doador dos oráculos. Como o protetor dos rebanhos, ele também é chamado Lupercus (”aquele que protege dos lobos”).

Sua contraparte feminina é a Fauna, a deusa das florestas. Ao contrário de Pan, que possuía os atributos da virilidade associados ao bode, Fauna era a senhora das matas e de todas as plantas. Suas seguidoras eram as Ninfas e as Dríades (que curiosamente possuem a mesma origem etmológica da palavra Druida – significando “aqueles que conhecem as árvores” )

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dia de Selene

“Selene é a deusa grega da lua, era filha de Hipérion e Tea, tendo como irmãos, a deusa Eos , e o deus Hélios.
Um de seus melhores mitos sabidos envolve um simples, mas belo pastor, cujo nome era Endymion. A deusa da lua se apaixonou por este mortal, um caso que, conseqüentemente resultou no nascimento de cinqüenta filhas. Mas Endymion era, aliás, ser humano, e assim suscetível ao envelhecimento e eventualmente à morte. Selene não podia carregar o pensamento deste fato cruel. Então, assegurando que
Endymion permanecesse eternamente jovem, fez com que o belo jovem dormisse para sempre. Desta maneira, Endymion viveria sempre, dormindo com a mesma aparente idade.
Selene é muito associada á
Artemis, ou Hécate, mas vale lembrar, que esta deusa representa todas as fases da Lua, e é a pura personificaçao deste astro sendo seu nome romano Lua ou Luna...
Tradicionalmente ela é celebrada no dia
7 de fevereiro.”
Aqui vai um comentário interessante....Deusa Selene, rege a segunda-feira, ou Monday, ou dia da lua, como Yemanjá e poucos dias separam suas festas. Logo após dia 9 vem Kuan Yin, que também rege a lua e as águas....fevereiro, sob o signo de aquário rege os ritos das mães das águas.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Fevereiro

O nome deste mês deriva da Deusa romana Fébrua, mãe de Marte também conhecida por Juno Fébrua ou Santa Febrônia (de febris, a febre do amor). Ela é Deusa da purificação.
Seus ritos orgiasticos eram celebrados no dia 14 de fevereiro que mais tarde se transformou no Dia de San Valentim, uma espécie de Dia dos Namorados.
Originalmente, fevereiro tinha 29 dias e 30 quando era ano bissexto, mas o Imperador César Augusto ordenou que um dos dias de fevereiro fosse para o mês de agosto para que este ficasse com 31 dias.
Na antiga Grécia, celebrava-se neste mês os Mistérios Menores de Eleusis, com o retorno da Deusa Kore do mundo subterrâneo e o despertar da natureza.
Fevereiro é um mês voltado para as iniciações,  geralmente aqueles que desejam se dedicar aos estudos da Grande Arte escolhem esse mês para dar o primeiro passo nesse sentido, já que celebra-se a Deusa Brigith e está é a fonte de inspiração de todos aqueles que praticam a Arte.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Conhecendo o Deus Lugh (se preparando para o Lammas)

LUGH
Lugh é um deus herói, brilhante e corajoso, simbolizado pelo sol. Em Gales,
seu símbolo era um veado branco, mas os corvos também são associados a ele.
O Lughnassadh ou Lammas como também é conhecido é um Sabbath ou festividade
em sua homenagem que é comemorado no Hemisfério Sul no dia 2 de fevereiro
e no hemisfério norte no dia 1º de agosto.
Lugh era um deus muito ocupado, era carpinteiro, pedreiro, ferreiro,
harpista, poeta, druída e médico. Exerce influência sobre a magia, as
viagens, as artes marciais, a reencarnação, a guerra, o relâmpago, a água,
as artes e ofício.
Ajuda poetas, ferreiros, músicos, históriadores, harpistas e feiticeiros.
Também influência na vingança, nas curas, na iniciação, na profecia e nas
artes manuais. Era também chamado de Luga, Lamhfada (o de braço comprido),
Lleu Ilaw Gyffes (o luminoso de mão hábil), Lug, Lugus, Lug Samildanah 
(O dos muitos ofícios) e Lugos.
Lugh é um Deus do céu e está fortemente conectado com o fogo, com o Sol e com o tempo. Em inúmeras representações suas, ele aparece com um Torc e uma lança brilhante que às vezes é vista na forma de um raio. Ele é o Deus de todas as habilidades, artes e da excelência em todo empenho imaginável. Ele é visto como o protetor e guia de seu povo.
Os animais ligados a ele são as águias e os corvos que mantêm os olhos atentos sobre tudo aquilo que acontece na Terra. Sua árvore sagrada é o freixo.
Embora ele seja representando de formas variadas e com atributos diferentes, existem alguns pontos em comum encontrados nos mitos sobre Lugh em diferentes tribos célicas:
- é um Deus jovem com longos cabelos e com a face brilhante como o Sol 
- é qualificado em inúmeras artes 
- é o sobrevivente dos gêmeos no nascimento
- é adotado como uma criança (Na Irlanda por Tailtu e em Gales por Gwydion)
- a associação dele com pássaros e a capacidade de se transformar em uma ave. Ele, assim como Morrigú, está associado com corvos e gralhas, embora no conto galês, ele se transforme em uma águia.
 
Feitiço de Proteção do Lar de Lugh
1 vidro com tampa, pintado de preto
Vários objetos de ferro pontiagudos (que caibam dentro do vidro)
1 turmalina negra
1 pedra de obsidiana
1 pedra de onix
1 vela preta
Coloque todos os objetivos dentro do vidro, menos a vela. Feche-o.
Acenda a vela sobre a tampa e recite o seguinte encantamento:
"Eu peço aos Deuses da Proteção
para que estejam comigo,
que este feitiço seja atado,
para protejer minha casa e
todos que vivem comigo.
Pelo poder de três vezes três,
que assim seja, que  assim se faça."
Coloque o vidro em cima da porta de entrada da sua casa e jamais revele
o que há dentro para outras pessoas, para não quebrar o feitiço.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Fazendo um altar par Afrodite Deusa do Amor

Escolha um local alto para montar um altar de amor. Neste, você vai celebrar ocasiões festivas, datas do seu romance e também rituais para amigos e familiares.
Compre uma estátua de Vênus, coloque no meio do altar, um vasinho com flores, de preferência natural, um ou mais cristais de quartzo rosa, um castiçal charmoso para suas velas cor de rosa ou veremlha.
Você pode colocar se quiser, estátuas de fadas, bruxinhas e ciganas, mas todas sensuais e dengosas. O meu tem uma drusa de ametista e em vez de estatua ou fotos tem conchas e areia. Que é são simbolos da linda Afrodite!

Lembrem-se essas são sugestões, voces podem usar a intuição e seu bom gosto. Afinal os altares podem ser discretos, podendo passar desapercebidos a alguns olhos!
Em dias de rituais, coloque a foto do casal, ou no caso de familiares e amigos, embaixo da estátua de Vênus. Na maioria dos rituais, a seu critério, uma dica é utilizar maçãs e mel, porque são infalíveis.
Para consagrar seu altar, faça em uma Sexta Feira de Lua Crescente, abra o círculo sagrado, utilize de vela e incenso, e uma taça com água mineral.

Coloque uma maçã num pires, regue três vezes com mel e diga:
“Vênus adorada e amada,
Me ilumine,
Me dê Amor,
Sorte e Prosperidade”.
Feche o círculo, e agradeça!
Deixe a maçã no altar até por 1 semana como oferenda sempre. Depois deixe a maçã aos pés de uma árvore ou na natureza.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

20 de Janeiro - Dia de BABA YAGA


Baba Yaga é a intrépida Deusa da Morte e Renovação.

É preciso morrer para renascer, é o sacrifício da semente para o nascimento da flor.
Acenda uma vela escura e invoque a presença de Baba Yaga para junto de você.
Peça que ela leve embora todo o mal e abra caminho para todas as coisas boas que deseja em sua vida.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Dia de Festival a Hera




É com grande prazer que não perco uma oportunidade de falar sobre a minha amada Deusa Hera! Dia 18 é o dia da Teogamia de Hera  que é onde se celebra todos os aspectos desta Deusa maravilhosa.
Uma das minhas curiosidades favoritas sobre estas comemorações a Hera é o festival olimpico a Hera.
  O festival de Hera tinha como atração principal as corridas e era adequado para mulheres solteiras e virgens. Para competir, as meninas deixavam os cabelos soltos e vestiam uma túnica que descia mais ou menos até a altura do joelho e que deixava descobertos o ombro e o seio direito. Esse modelo de roupa pode ter sido a vestimenta tradicional das competidoras em Olímpia durante séculos.

Mulheres solteiras tinham muitas vantagens em Olímpia. Além de participar das competições de atletismo no Festival de Hera, elas também tinham permissão para assistir às competições masculinas do festival de Zeus. Mulheres casadas, ao contrário, não tinham permissão para participar das competições femininas e eram barradas, sob ameaça de morte, no santuário de Zeus. Elas também eram proibidas de assistir aos jogos para rapazes e homens. Não se sabe se as mulheres permitiam que os homens assistissem às suas competições.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Dia de Frigga

Frigga é a Deusa escandinava da fertilidade da terra, protetora das famílias e das tribos. Seu nome significa "Aquela que ama" e é conhecida pelos nomes: Frigg, Frige, Frija, Fricka, Frea, Frewa, Fruwa, Hlin, Hlyn, e Lin. Vrou-elde era o nome holandês dela. Como esposa de Odin, mãe de Baldur (o Deus da Primavera e do Renascimento ou da Regeneração), Frigga era a Suprema Deusa Mãe dos Deuses Aesir, dinastia dos Deuses do céu indo-europeu e filha de Fjorgyn.


Frigga era a Deusa do Amor, da União e do Destino. Contava-se que em um salão de seu palácio em Fensalir, em um dos mundos míticos germânicos, havia um grande tear onde as Norns, as Senhoras do Destino, enrolavam cordões para que Frigga pudesse tecer tanto o destino dos homens, quanto as nuvens do céu. Esta atribuição associava esta Deusa também a rios, cachoeiras e água doce. Fensalir era o local onde as almas dos cônjuges que tinham sido fiéis um ao outro se reuniam após a morte, para nunca mais se separarem. Uma estrela da Contelação de Órion é chamada de "Friggajar Rockr", em sua homenagem.
O fuso é um poderoso símbolo que representa a sabedoria, a virtude e a indústria feminina. A tecelagem, para os vikings, foi uma importante fonte de renda que enfatizava o poder das mulheres na tradição pagã. Nas mãos de Frigga e das Norns, o fuso transformou-se em uma poderosa arma mágica. Os vikings acreditavam que ela conhecia o destino dos homens, em virtude desta sua ligação com as Norns.
Na maioria das vezes, Frigga se apresentava como uma mulher vestida com penas de falcões e gaviões, podendo ainda, viajar na forma de um desses pássaros.




Frigga está associada ao início do Ano Novo. A noite mais longa o ano era dedicada à esta Deusa. Todas as mulheres grávidas invocavam Frigga, acendendo uma vela branca, nas festividades do Solstício de Inverno, para terem um parto seguro. Pode ser invocada também, para ajudar em toda as coisas relacionadas com os ofícios de tear, cozinhar, costurar, e também para proteger as crianças. É ela ainda, que estabelece ligação com nossos antepassados. Os detalhes de sua adoração ficaram perdidos quando foi instituído o feudalismo. Frigga aparece somente em alguns registros do folclore alemão, onde sobreviveu como Frau Holda. As Deusas Holda, Percht e Berchte são muito similares a Frigga.


Como Deusa das mulheres, Frigga era considerada a Padroeira do Matrimônio e Deusa da Fertilidade. Neste aspecto está associada a Deusa Hera grega, que também era uma feroz protetora das uniões conjugais. Assim como Hera, Frigga é casada com o Deus Supremo de sua religião.

sábado, 28 de novembro de 2009

Lua e as Deusas


AFRODITE – deusa grega da lua nova e crescente. Ligada ao amor, beleza e sedução.

ANUKET – deusa egípcia da lua crescente. Anuket era uma Deusa nutridora não só da terra, mas também do faraó. Foi retratada amamentando o jovem Ramsés II, transmitindo-lhe poder, saúde e muita alegria.

ÁRTEMIS – deusa grega da lua crescente (Diana para os romanos). deusa da caça e dos animais selvagens, especialmente os ursos. Ártemis era também a deusa do parto, da natureza e da colheita.

CIBELE – deusa grega da lua cheia. Cibele era a deusa dos mortos, da fertilidade, da vida selvagem, da agricultura e da Caçada Mística.

CIRCE – deusa grega da lua nova. Deusa de poções e poder, sobretudo o poder de vingar os aviltados.

EGERIA – deusa romana da lua cheia, ligada a leitura de oráculos.

FEBE - é a Deusa grega da lua cheia. Seu nome quer dizer "brilhante", nome que foi emprestado ao seu neto Apolo, chamado de Febo. Febe era uma antiga deusa da profecia e dividia o Oráculos de Delfos com Gaia (sua mãe) e com Têmis (sua irmã).

GESTINANNA – deusa suméria da lua cheia. Deve ser invocada sempre que tivermos um sonho e não soubermos interpretá-lo.

HÉCATE - Era a deusa grega da lua negra e das encruzilhadas. Também é uma deusa da feitiçaria e da magia negra. Também é a deusa da lua minguante, da noite e da magia, guardiã dos caminhos e senhora da sabedoria.

INANA – deusa suméria da lua crescente, Em época de mudanças, esta deusa sempre está presente e pode ser invocada.

ÍSIS – deusa egípcia da lua cheia. Ísis, antes de tudo, é provedora da vida. Ísis era invocada nas antigas escrituras como a senhora da cura, restauradora da vida e fonte de ervas curativas. ela era venerada como a senhora das palavras de poder, cujos encantamentos faziam desaparecer as doenças.

LUCINA – deusa romana da lua crescente. Ligada ao parto e menopausa.

MEDUSA – deusa grega da lua cheia. Ligada a proteção feminina, leitura de oráculos, artes mágicas e sedução.

MINERVA – deusa romana da lua nova. Ligada ao comércio, educação e justiça.

MORGANA – deusa celta da lua cheia. Ligada a saúde, leitura de oráculo, artes mágicas e sedução.

PERSÉFONE – deusa grega da lua minguante. Esposa de Hades e rainha do inferno

SELENE - deusa grega da lua cheia. Era a maior divindade do firmamento, quase tão importante quanto o Sol. Selene era o órgão visual da noite e a rainha do silêncio.

TELITA – deusa babilônica da lua crescente. Rainha da lua. Tudo o que for pedido a ela sob os raios da lua, será atendido.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

FILHOS DE AFRODITE

Falando mais sobre Afrodite...

Afrodite gerou muitos filhos, frutos das suas diversas incursões amorosas. Assim, de seu romance com Hermes , nasceu Hermafrodito, belo como a mãe mas desprovido de ardor amoroso. Criado pelas Ninfas, ao completar quinze anos pôs-se a correr o mundo. Chegando à Cária, despiu-se porque queria banhar-se num lago. Foi surpreendido pela ninfa Sálmacis que de imediato se apaixonou pelo jovem. Indiferente, Hermafrodito a desprezou e a ninfa atirou-se no lago enlaçando-o fortemente. Sálmacis suplicou aos deuses que não permitissem que eles jamais fossem separados. 

Atendida em seu pedido, os dois corpos fundiram-se num só e Hermafrodito a desprezou e a ninfa atirou-se no lago enlaçando-o fortemente. Sálmacis suplicou aos deuses que os dois corpos jamais fossem separados. Atendida em seu pedido, os dois corpos fundiram-se num só e Hermafrodito transformou-se numa criatura de dupla natureza.

Com Ares engendrou Eros (Cupido), Harmonia, Deimos e Fobos. Com Dionísio , Afrodite concebeu Priapo, dotado de um falo descomunal. De seu romance com o mortal Anquises, nasceu Enéias , grande herói troiano.

Selo do Magia se faz na Cozinha

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